Litoral Norte terá Departamento de Homicídios após prisão de mais de 100 foragidos no RS

Litoral Norte terá DHPP em 2026 após operação prender 102 foragidos por homicídio no RS

Polícia Civil anunciou a instalação de uma base do Departamento de Homicídios na região de Atlântida Sul, em Osório, para acelerar investigações e reforçar o combate à violência.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul anunciou, nesta sexta-feira (12), que o Litoral Norte terá, em 2026, uma unidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A decisão foi apresentada junto ao balanço da Operação Cerco Fechado, que prendeu 102 foragidos condenados por homicídio entre 24 de novembro e 11 de dezembro.

A ofensiva mobilizou cerca de 300 policiais civis em diligências na Capital, Região Metropolitana e interior. Segundo a corporação, a nova base no Litoral busca dar resposta mais rápida a crimes violentos e ampliar a presença especializada em uma área que ganha complexidade durante o veraneio.

Como foi a Operação Cerco Fechado

Conforme o DHPP, os alvos eram monitorados de forma discreta em diferentes ambientes, como comércios e pontos de maior circulação, para reduzir riscos e aumentar a efetividade das capturas. Do total de prisões, 63 ocorreram em Porto Alegre, 22 na Região Metropolitana e 17 no interior.

“A demanda do Litoral cresce e exige uma estrutura permanente focada em homicídios para agilizar investigações e ampliar a resposta do Estado.” Polícia Civil (coletiva de balanço)

Base do DHPP no Litoral Norte

A nova estrutura será instalada em Atlântida Sul, em Osório, em parceria com a Divisão de Homicídios do Interior (DHI). A avaliação interna é de que a presença fixa de uma equipe especializada pode encurtar o tempo entre o crime, a coleta de provas e a responsabilização.

Estratégia usada para reduzir homicídios

A Polícia Civil atribui parte dos resultados ao Protocolo Estadual das Sete Medidas Contra Homicídios, que combina inteligência, repressão qualificada e ações para pressionar a cadeia do crime — do executor às lideranças.

  • Transferência de presos e medidas para reduzir a influência de lideranças;
  • Asfixia financeira e combate à lavagem de dinheiro;
  • Operações de saturação em áreas críticas e reforço de inteligência;
  • Foco em mandantes e articuladores para evitar novos crimes.
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